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"Fui demitido porque não quis quitar uma nota de R$ 72 mil para o Anderson", revela o paisagista Carlos Oliveira

Considerado um dos profissionais mais respeitados da região, o paisagista Carlos Oliveira, assumiu, em 2005, um cargo de confiança no governo do então prefeito Anderson Adauto [2005-2008]
Parecia um casamento perfeito: o paisagista seria o responsável pelos projetos de arborização de Uberaba. Mas, pouco tempo depois de ter assumido, ele foi demitido. A exoneração foi publicada no Porta Voz e a causa jamais revelada 'a imprensa. "A versão que me deram era a de que não precisavam mais dos meus serviços", conta Oliveira.
Durante entrevista, semana passada, Oliveira contou ao Blog da Dri Tavares o real motivo da saída dele da administração. Ao falar sobre o assunto, ele expressou sentimento de decepção: "Eu sei que fui exonerado porque não quis quitar uma nota para ele", revela.
O documento referia-se ao pagamento de um projeto de arborização no piscinão, orçado em R$ 72 mil, e que, naquele momento, ainda não havia sido executado. "O Anderson me disse: Vai lá e quita a nota; fala que plantou as flores e depois traz o dinheiro pra mim ", conta.
Carlos Oliveira, que se recusou a quitar o documento, cita ainda o envolvimento de um secretário municipal e de uma empresa que era terceirizada pela prefeitura.
Dois dias depois do ocorrido, o paisagista viu o seu nome publicado no informativo municipal. " Cheguei a perguntar para mim mesmo: O que é que eu estou fazendo aqui?". Oliveira, que deixou o cargo, também disse que a nota acabou sendo quitada. Ele só não soube informar quem foi que assinou o documento. Desde então, a relação dele com o ex-prefeito Anderson Adauto, ficou estremecida. "Quando ele passa por mim, vira a cara", conta.
O Blog da Dri Tavares tentou contato com o ex-prefeito Anderson Adauto, mas não conseguiu falar sobre o assunto.