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Restos de sombrinhas viram toucas de banho

Além de proteger contra a chuva ou sol, as sombrinhas e guarda-chuvas agora possuem outra utilização para a empreendedora Janete Menezes, de 49 anos. Em seu apartamento, que ela mesma descreve como esquisito por não conter nenhum móvel, ela se aproveita de tecidos de sombrinhas estragadas para fazer artesanato.
Janete começou a fazer puffs, almofadas e sacolas há quatro anos e atualmente confecciona toucas de banho com os tecidos utilizados nos guardas-chuvas. “Comecei a observar sombrinhas quebradas no lixo, mas com o tecido intacto e tive a ideia de fazer um puff e, depois, fui tendo ideias diferentes como boinas e mochilas. Hoje produzo as toucas”, explica.
Após voltar para casa com a sombrinha, lavar e passar o tecido, ela leva em média quinze minutos para produzir cada touca. “No começo eu demorava bastante para produzir cada um, mas com o passar do tempo fui pegando prática”, conta.
Ela comenta que as mulheres aceitam bastante o produto por terem estampas bem diferentes e exclusivas, pois é muito difícil duas peças possuírem a mesma estampa. “Quando você adquire uma touca, ela é exclusiva. Você não vai achar em outro lugar, pois é uma criação minha, única”, reforça, acrescentando que as toucas, além de serem bem duradoras, são ecológicas, já que são feitas com material reciclável que seriam jogadas no lixo, agredindo o ambiente. Com a venda de toucas, Janete tem uma renda de R$ 2 mil por mês.