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Pimenta e semente de maconha são ótimos alimentos para o cérebro, sugere estudo

Uma pimenta chile bem ardida pode aumentar o estado de alerta durante a época de provas, sem a agitação e a insônia geradas pelo consumo de café. Além de substituir o expresso, as pimentas, tanto as adocicadas como as fortes, também fornecem uma das maiores doses de vitamina C. Ver em Mais Informações

As células nervosas precisam da vitamina C para funcionar. Ingerir frutas ricas em vitamina C melhora o humor em seis semanas, segundo um estudo recente publicado na revista Human and Clinical Nutrition.
Créditos: PAUL ASMAN AND JILL LENOBLE/WIKIMEDIA COMMONS

Sementes de maconha
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Fumar maconha não ajuda a memorizar as matérias para as provas, mas as sementes da planta fazem o cérebro funcionar melhor. Elas contém ácido-alfa-linolênico (ALA), que contribui para a produção das membranas celulares do cérebro, bem como a mielina, a substância química que reveste as células nervosas e acelera a transmissão de sinais elétricos.

Muitas outras sementes, como as de chia, linho e avelã, também são ricas no ácido-alfa- linolênico, assim como a erva beldroega.
Créditos: D-KURU/WIKIMEDIA COMMONS

Batata
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O cérebro consome grande parte da energia do corpo, absorvendo cerca de 20% das calorias que um adulto ingere - e cérebro das crianças consome ainda mais. Manter um nível adequado de glicose no sangue estabiliza o fluxo de energia para o cérebro. Níveis saudáveis de glicose ajudam na formação das memórias, segundo décadas de pesquisas publicadas na revista Neuroscience & Biobehavioral Reviews.

Alimentos ricos em amido, como a batata, fornecem uma fonte de energia constante e de liberação lenta, já que seus carboidratos se decompõem mais lentamente que os açúcares simples, contidos nos doces.
Créditos: SCOTT BAUER, USDA/WIKIMEDIA COMMONS

Abóbora
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O ferro bombeado pelo sangue transporta o oxigênio para as moléculas de hemoglobina. Uma porção de abóbora com sementes amassadas fornece a dose diária desse elemento essencial.

A deficiência de ferro reduz o suprimento de oxigênio no cérebro, além de afetar a produção de neurotransmissores, substâncias químicas essenciais para a comunicação entre as células nervosas. 
Os sintomas de deficiência de ferro incluem irritabilidade, falta de concentração e perda de memória. A deficiência de ferro no tálamo, uma parte do cérebro, pode contribuir para o transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), segundo um estudo publicado no ano passado no World Journal of Biological Psychiatry.

Créditos: HARALD BISCHOFF/WIKIMEDIA COMMONS

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